Um grupo de advogados foi ao Conselho Nacional do Ministério Público contra o juiz Djalma Moreira Gomes Junior e o promotor Frederico Barruffini, segundo a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo. Os dois atuaram no caso que culminou com a esterilização compulsória de uma moradora de rua de Mococa, em São Paulo.

Ainda de acordo com o jornal, a representação, que tem entre os signatários o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e os criminalistas Alberto Toron, Celso Antônio Bandeira de Mello e Roberto Podval, diz que o caso, “cuja gravidade atroz dispensa qualquer digressão”, “violou direitos perpetrado e levou o Brasil ao escândalo internacional”.

Fonte : BocaoNews

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